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O nosso processo criativo!

O processo criativo é algo muito particular, cada um tem o seu e às vezes demoramos uma vida inteira a encontrá-lo. Por cá, acreditamos que não existem momentos de inspiração divina mas sim momentos de predisposição que fazem toda a diferença em trabalhos criativos. O nosso processo criativo foi criado em torno desses momentos de predisposição, o que os inspira e o que os provoca! Hoje queremos partilhar convosco como começamos e como acabamos um projecto, quer seja ele uma sessão fotográfica, um site ou o design de um logotipo.

Por cá, os projectos com que gostamos mais de trabalhar são os mais pequenos, onde sentimos que mudamos a vida a alguém e efectivamente fazemos diferença no seu negócio. No entanto, trabalhar com pequenos e médios negócios tem um problema: os orçamentos. Projectos pequenos querem dizer que os orçamentos também o são e se queremos trabalhar com estes negócios, os nossos preços têm de estar ao nível daquilo que eles conseguem pagar. A solução que encontrámos para esse problema foi diminuir a quantidade de tempo que poderíamos dedicar a cada um dos projectos. Nós temos orçamentos muito simpáticos mas isso implica que também a quantidade de horas de trabalho diminua, a questão era não diminuir a qualidade, essa é a única coisa que não queríamos diminuir. Como tal, tivemos de encontrar um esquema de trabalho, um processo criativo, que fosse extremamente pragmático e produtivo (que são palavras que geralmente não estão associadas ao imaginário criativo).

O primeiro passo é a comunicação clara e directa com os nossos clientes. Nós temos um briefing pensado por nós, que quando bem preenchido nos ajuda muito a chegar a conclusões rapidamente. Nesse briefing existem inspirações, referências, concorrências e limitações visuais. Com estas informações conseguimos delinear os limites do trabalho e ter uma ideia bastante clara do que o cliente procura. Com estas referências todas na cabeça, começa o processo de inspiração. Livros, filmes, pinterest, cores, texturas… Tento encontrar e consultar o máximo de referências que façam sentido no imaginário que sei que é o que cliente pretende. Depois é tempo de antena para o papel e lápis. Todos os nossos projectos começam no papel, mesmo quando têm um ar bem digital. O papel não tem limites técnicos, tudo depende da vossa cabeça. Para que esta parte do processo seja relativamente rápida e simples, escolho sempre ir trabalhar para a rua, vou rodear-me de coisas bonitas (e às vezes saborosas), onde o ambiente é neutro e as distrações são poucas. Assim consigo inspirar-me num ambiente diferente daquele que é o da minha rotina e todo aquele tempo é só para mim e para o papel. Chegando a conclusões de esboços e ideias, aí sim salto para o computador com um plano de ataque bem definido (como vai ser e de que maneira vai ser feito é algo que ainda decido no papel, poupando-me o tempo que passo em frente ao computador). Depois da proposta feita, enviamos para o cliente e, geralmente, só temos de afinar detalhes porque conseguimos acertar na ideia. Quando tal não acontece, pedimos mais detalhes ao cliente e recomeçamos o processo. Eu diria que, agora, 90% das vezes acertamos à primeira mas é muito natural que não aconteça, isto não é um processo matemático. No entanto, com o passar dos anos fomos afinando este processo e esta comunicação que criamos com os nossos clientes, muito aberta, permite-nos chegar ao sucesso mais rapidamente.

Por vezes o processo não é assim tão simples, às vezes é uma dor de cabeça…mas esse será todo um novo post, um sobre as coisas menos boas, parece-vos bem? 🙂
Para já, espero que a nossa experiência vos ajude no vosso processo criativo e que consigam entender que mesmo nas áreas mais criativas, perceber o que nos motiva ajuda que tudo se torne mais produtivo.

Tenham um dia lindo!

Written by:

Designer, photographer, musician and dog lover.

Comments

  • Joao

    Reply

    Muito interessante, Fred!
    Nota: há um typo numa das frases: “Chegando a conclusões de esboços e ideias, aí sim salto para o computado com um plano de ataque bem definido”. Deveria ser computador.
    Abraços e beijinhos!

    Janeiro 30, 2018
  • Susana Rodrigues Martins

    Reply

    Sei que o segredo é “a alma do negócio” mas penso que seria interessante partilharem com maior detalhe qual o processo que utilizam.. Passo a passo desde que falam com o cliente, criação do vosso briefing, estratégia daquele projeto, esboços e ideias, decisões, passar tudo para o computador e como apresentam o vosso trabalho até entregarem a proposta final. Fica a sugestão 😉 Bom trabalho!

    Fevereiro 2, 2018

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