Nos últimos dois anos, todas as certezas que tinha sobre quem sou, sobre os meus valores e sobre o que quero da vida, foram postas à prova e acabei a perceber que nada sei e que estou em constante mudança. A busca por algo que me preencha, que me faça sentir completo, é incessante. A melhor maneira de explicar isto é dizer-vos que sinto que estou sempre a correr para chegar a uma qualquer meta e sinto que não saio do sítio, ou que me mexo muito devagar. Sendo eu maluco do controlo, fez com que eu passasse a ficar obcecado com querer encontrar a meta, chegar ao fim da corrida e descansar. O que eu não percebi é que a vida não te meta e eu devia estar a aproveitar a corrida. Esta semana, vi um vídeo da Jout Jout, sobre um livro muito, muito bonito. “The Missing piece” do Shel Silverstein, sobre uma quase circunferência, que procurava algo que a parte que lhe faltava. Na busca pela parte que a completa, descobre que o sucesso, a conquista e a satisfação estão à disposição de todos. Vejam o vídeo da Jout Jout:

Estes últimos dois anos foram anos de busca, de insatisfação e de amarguras. Foram anos difíceis mas que me ensinaram a ser feliz agora, ao invés de correr atrás de algo me que eu acho que me vai fazer feliz, mesmo sem certezas. Quando vi este vídeo fiquei de lágrimas nos olhos e sorriso na cara. Não é uma lição nova mas por vezes precisamos de ser relembrados. Este post é só para partilhar convosco que, de vez em quando, se encontra felicidade  e costuma estar mesmo ao lado da gratidão.

Tenham um bom dia, pessoas bonitas.

10 respostas

  1. É bem assim mesmo, Fred. Que bom que pode perceber isso. Gratidão por compartilhar tamanho ensinamento.

    flarisme.blogspot.com

  2. Olá!
    Também achei o vídeo maravilhoso!
    Fred, penso que tens um erro numa das últimas frases – “Não é uma lição nova mas *os* às vezes precisamos de ser relembrados”. Obrigado pela partilha e pelo vosso blog inspirador!
    Beijocas para toda a equipa =)

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