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O Burnout, ou o post mais comprido da história deste blog

Estamos em Abril de 2018, mas venho falar-vos de uma coisa que aconteceu provavelmente em Abril do ano passado, mas que ignorei, fingi não existir, e arrastei até agora achando que era um cansaço comum e um precisar de umas férias decentes, que por vários motivos não puderam acontecer no ano passado. Hoje, tive vontade de vos escrever, coisa que não acontecia há muito, e sei que essa vontade veio do fim-de-semana cheio que tive, na companhia das pessoas maravilhosas que vieram ao nosso workshop e que me reavivaram a memória: gosto do que faço, nem tudo está perdido.

Este post não pretende inspirar ninguém, não pretende ensinar nada a quem o estiver a ler e está aqui em jeito de desabafo. Se houver alguém desse lado que passou pelo mesmo, aí pode servir para me darem uma palavrinha de alento, uma força (preciso de mil agora) e algum ensinamento. Se houver alguém que está a passar pelo mesmo, talvez aí ele seja positivo, mostre que não estamos sozinhos e que somos todos iguais, mesmo quando parece que uns têm a vida mais facilitada que os outros.

Começando assim por uma das pontas, e resumindo muito, muito, muito, eu tenho o trabalho que sempre sonhei ter. Sou designer, coisa que tive como objectivo desde que comecei o meu 10º ano, trabalho por conta própria agora, aos 33, tenho um escritório lindo e todos os dias tenho trabalho em mãos. Apesar de nem sempre ter sido tudo fácil, tem sido bonito e positivo desde 2012 e por isso não me posso queixar da minha sorte.

No ano passado, ainda antes das férias de verão, sentia-me exausta. Hoje, olhando para trás, percebo que ignorei coisas muito pequenas que poderiam ter-me dado pistas. Andava cansada e desmotivada, deixei de ter energia até para convidar amigos para jantar lá em casa, não tive vontade de marcar uma viagem para fora do país (nem para dentro na realidade), e todas as tarefas que tinha para fazer me pareciam difíceis e cansativas.

No ano anterior, em 2016, fiz terapia e com essa ajuda percebi que o excesso de trabalho e preocupações estavam a dominar a minha vida. Aquelas sessões ajudaram-me a entender que era urgente reduzir horários, ter actividades desligadas do trabalho e, mais urgente ainda, perceber que não tinha de temer um drama: deixar de ter trabalho e ir tudo ao charco. Quem trabalha por conta própria vai entender este ponto, nós temos sempre medo, mesmo quando tudo corre bem há anos e quando este medo se baseia em coisas sem sentido.

Fiz aquelas coisas todas que me foram recomendadas, ou pelo menos tentei. Estipulei horários, fiz coisas diferentes que iam para além do trabalho (apesar de hoje saber que não fui bem sucedida) comecei a fazer voluntariado e inscrevi-me no curso que tanto queria fazer logo depois do verão, Design de Interiores. Tive as prometidas férias, duas semanas em que fomos para o Alentejo existir, mas quando voltei, ainda em julho, nada aconteceu como eu tinha planeado. 

As férias foram dias ok e hoje sei que me resolveram o cansaço físico, nada mais que isso. Voltei como tinha ido ou pior ainda, dada a frustração que senti por ter de voltar ao trabalho estoirada, sem energia e sem motivação. Voltei à mão cheia de trabalho, ao curso que começou, aos dias e à rotina que vive de pressa, de urgência e de coisas para ontem. Voltei à dor de cabeça constante, àquela pressão que está aqui e que hoje, de tão presente, me parece uma tortura. Voltei aos serões no sofá, a ver séries com a cabeça lá e cá, no trabalho, nas preocupações, no que deixei por fazer hoje e no que há para fazer amanhã. Percebi que estava cansada mas sabia que até ao final do ano deixava tudo organizado, tirava duas semanas de férias e no início começaria devagar, com mais calma e do zero.

O final do ano chegou, não consegui fazer as duas semanas de férias, não consegui terminar todo o trabalho, não consegui descansar e o sentimento de frustração foi cada vez maior. E claro que as contas são fáceis de fazer. Estando exausta, cada vez produzia menos, cada vez me sentia pior com tudo, cada vez tentava mais e mais e esticava a corda, cada vez tinha mais dores de cabeça, mais dias intermináveis e mais “coisas difíceis” para fazer.

Estiquei a corda até ao mês passado e finalmente, um ano depois, acredito que fiz uma das melhores coisas que poderia ter feito por mim, parar.

Continuar em negação seria só estúpido e por isso resolvi parar a sério. Não vão ser 15 dias de férias, não vai ser um mês de férias, vou parar sem um tempo determinado. Quando o meu corpo me disser que sim eu volto, quando eu sentir aquela vontade de recomeçar eu recomeço. Até lá terei de aprender a controlar esta cabeça que não sabe parar e este corpo que dispara ansiedade dos pés à ponta dos cabelos. Não vou mentir, já estou angustiada com a possibilidade de passar um mês, dois meses, e continuar na mesma, mas quero acreditar que não vai acontecer.

Não é fácil admitir que temos um problema. Dizer que não somos capazes, que estamos fracos, que não conseguimos. Quis muito escrever-vos porque no fim-de-semana passado estive com pessoas que nos vieram conhecer, no workshop, e porque sempre que isto acontece sinto uma urgência em ser honesta, ser o mais transparente que consigo e não pude. Não quero sentir novamente que tenho ali uma coisa que está a acontecer e da qual não posso falar. Não é fácil lidar com isto mas tem de passar a ser.

O Fred continua por aqui, deu-me uma folga gigante, do tamanho da generosidade que temos sempre pronta, um para o outro. Eu quero muito melhorar e sentir a vontade sincera de escrever por aqui mais vezes e de trabalhar nos projectos daqueles que nos escolhem.

Por agora vou existir, vou fazer coisas boas por mim e vou viver a vida de uma senhora reformada aos 33 anos. Isto significa que não larguei o curso, inscrevi-me numa academia de Tai chi, vou fazer bolos mais vezes, vou acabar de ler os livros que aqui andam e continuo a fazer voluntariado, porque sou uma senhora reformada mas bastante interessada na vida.

***

nota 1: as fotos do post são aleatórias, daquelas que estão na pasta das que adoro. como devem compreender não havia energia para escrever tudo isto, fazer fotografias à medida ou ter ainda lata de pedir umas ao sócio.

nota 2: estive no último workshop porque eles são terapia para mim e fazem-me sempre muito bem. estarei também nos próximos e aproveito para enviar um abraço gigante às meninas que estiveram connosco. fizeram-me rir e sorrir no meio de um fim-de-semana de chuva que tinha tudo para ser assim cinzentão, mas não foi 🙂 

nota 3: para terminar, e juro que é agora, um obrigada gigante aos clientes/amigos que foram compreensivos comigo nas últimas semanas, ou no último ano.

Comments

  • Bilinha

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    És a Raca mais linda da história, uma corajosa que me inspira todos os dias. Estaremos sempre aqui de braços abertos, como tu estás para nós. A Bilinha gosta muito de ti!

    Abril 9, 2018
  • Anita

    Reply

    Olá Raquel, antes de mais agradeço a tua partilha e desejo-te o melhor dos descansos e regressos. As preocupações e uma mente mais ansiosa são o pior, mesmo, e para melhorar tudo há que controlar os hábitos de pensamento que temos… ando nessa luta desde sempre e estou justamente a ler um livro sobre como dominar as preocupações e de que estou a gostar bastante e que já me ajudou a reformular aqui alguns padrões mentais. Pode ser que gostes também e te seja útil: https://instagram.com/p/Bfyh53JgC4d/

    Beijinho, Anita

    Abril 9, 2018
  • Sónia Caetano

    Reply

    Vai correr tudo bem Raquel! Tu és um doce! Obrigada pela partilha! E volta… mas só quando o teu corpo disser… “vai, estás pronta… recomeça!” Beijo grande e muita, muita força!

    Abril 9, 2018
  • Silvia Monteiro

    Reply

    Caramba Raquel….Fiquei com o coração apertadinho agora! Queres maior honestidade que abrir o teu coração desta forma a quem te lê?! Obrigada! Obrigada por me entusiasmares tanto neste fim de semana, por mostrares que quando se sonha e se luta, mais depressa ou mais devagar se consegue chegar até onde nos propusermos! Obrigada pela inspiração deste fim de semana…reuniram-se as pessoas certas para dar aquele chapadão de humanidade…No corre-corre da vida esquecemo-nos de parar e sentir, e ouvir vidas tão inspiradoras é um prazer…Obrigada Raquel…Cuida bem de ti! Nós ficaremos por cá à espera. Beijinhos Silvia

    Abril 9, 2018
  • miriam

    Reply

    sei tão bem o que sentes. tudo passa <3

    Abril 9, 2018
  • De Verde em Poupa

    Reply

    Obrigada pela honestidade, Raquel (para contigo e connosco). Não é mesmo fácil abrir o coração e admitir que algo se passa. Sei do que falo. É mesmo importante conectarmo-nos connosco, perceber quem somos, sentir, ser verdadeiros, ouvir o nosso corpo e, se necessário, parar. É clichê, mas cada vez me faz mais sentido. Por isso, obrigada por te abrires connosco e permitires que mais pessoas o façam (apesar de dizeres que não é um post para inspirar ninguém, vai fazê-lo certamente). Para além de inspirares tanta gente (como fizeste comigo no workshop) e fazeres um trabalho tão bonito com tantas outras coisas. Vais voltar renovada de certeza. E se não, podes sempre voltar a parar até estares bem a 100%. Tudo passa! Um grande beijinho de Força! Maria*

    Abril 10, 2018
  • inês

    Reply

    Quem me dera poder escrever que não me vejo refletida neste post mas infelizmente sei bem do que falas. Já estive aí há uns anos atrás, cheia de ansiedade, sem conseguir dormir porque não conseguia desligar dos problemas do trabalho. Tirei um tempo para fazer outras coisas e fez-me muito bem. Fui tão feliz. Neste momento, como voltei ao sítio onde estava, sinto-me a entrar nessa espiral regressiva/depressiva/ansiosa novamente. Gostava muito de te dar um conselho Raquel mas não tenho, nem para mim. Beijinhos

    Abril 10, 2018
  • Alda

    Reply

    Força Raquel! É preciso muita coragem, e tu conseguiste tê-la, coisa que muita gente não tem e só prejudica os seus dias e os dos que a rodeiam. Serás muito bem vinda quando voltares <3

    Abril 10, 2018
  • Catarina

    Reply

    Raquel, identifico-me tanto. Estou parada, por opção há um ano, quando resolvi me despedir de um emprego estável. Hoje ainda não encontrei a paz interior que procuro, e pior ainda não sei o que quero fazer com o coração.
    Estou parada, mas tal como tu, reformada aos 35, já fiz 2 formações, tenho feito uns trabalhos pelo meio para ir sobrevivendo, já criei dois projetos, mas continuo a sentir uma exaustão, um não sei quê de insatisfação e procura do que realmente quero fazer a nível profissional. Desejo-te tudo de bom. Qualquer coisa que precises podemos ir falando em jeito de “chora no meu ombro e vamos partilhar as nossas dúvidas para que encontremos o caminho”.
    Obrigada pela partilha.
    Um beijinho

    Abril 10, 2018
  • maria

    Reply

    Raquel vais sair vitoriosa! Um beijinho gigante

    Abril 10, 2018
  • Raquel

    Reply

    A mente, mente. Mas o corpo, fala sempre verdade. É ouvi-lo com o coração e dar-lhe colinho. Usufrua da vida, tal como ela é: simples. Abraço mágico

    Abril 10, 2018
  • Marta Sousa

    Reply

    Obrigada por esta partilha.
    Se um dia quiseres despentear o cabelo numa caminhada pelos passadiços de Espinho, eu junto-me a ti e no final tomamos um chá juntas 🙂
    É que esta nortada tem poderes mágicos e refresca muito mais que o corpo 😉
    Beijinhos Raquel.

    Abril 10, 2018
  • Micaela

    Reply

    Obrigada Raquel por abrires o teu coração e partilhares connosco esta fase menos boa da tua vida. Revi-me imenso no teu desabafo e retive esta frase “terei de aprender a controlar esta cabeça que não sabe parar e este corpo que dispara ansiedade dos pés à ponta dos cabelos.” É exactamente o que preciso de aprender também.

    Beijinhos e muita força.

    Abril 10, 2018
  • Beatriz Ribeiro

    Reply

    Olá Raquel. Obrigada pela partilha. Identifiquei-me, embora em circunstâncias diferentes. Ao fim de 5 anos a trabalhar por conta de outrem, estava exausta, desmotivada, sem vontade de conviver com os meus amigos, só me arranjavam dores de cabeça no trabalho, muitas preocupações e ansiedade, querer dormir e não conseguir, querer fazer o meu trabalho e não ter os meios e os recursos para dar conta do recado. Os sinais deste esgotamento apareceram, a minha saúde mental e física estava comprometida, mas tive o descernimento de pedir acompanhamento médico. Neste momento, estou em processo de transição na minha vida, vou sair em breve (daqui a 1 mês!) de um emprego estável e vou me lançar num projecto por conta própria. Já passaste por isso, e portanto sabes, e como dizes no post, existem sempre receios, mas esses receios (será que vai correr bem?), são bem menores comparados com o “nunca irei saber se não tentar”. Estou a optar pela vida, pela minha saúde e a dizer não ao sofrimento e a sentir-me miserável todos os dias. Contudo, confesso que fico um pouco preocupada por te ver nessa situação ao trabalhares como freelancer e espero que não aconteça o mesmo comigo, Claro que entendo as preocupações e a incerteza da situação e claro que compreendo que se pode ficar na mesma assoberbado com trabalho a mais, mas neste momento parece-me um sonho ter liberdade e flexibilidade de horários, autonomia para organizar o meu trabalho, etc., espero conseguir encontrar o que procuro no meu novo projecto por conta prórpia e a ti desejo que te voltes a encontrar e a perceber qual o melhor caminho para ti e, acima de tudo, ao teu ritmo. Fico com pena de não te conhecer em Maio na nossa sessão de consultoria para o redesign do meu blog Ilhoa – Photo Projects Worldwide, fica para uma próxima oportunidade 😉 beijinho grande

    Abril 10, 2018
  • Marta Machado

    Reply

    Olá Raquel.!
    Confesso que li o artigo ontem e desde aí não saíste do meu pensamento. Gostei muito de te conhecer e sentir-te assim esgotada não é nada bom!
    Bom é o facto já teres realmente percebido o que se está a passar contigo e teres ouvido o teu corpo e berrar-te e isso, a meu ver, é meio caminho andado para a cura!!
    Já passei por um situação idêntica que afectou o meu eu e deixei de me reconhecer.. deixei de sorrir. Resolvi mudar e tudo passou. A vida encarrega-se de nos trazer boas coisas, desde que estejamos abertos a isso (pelo menos acredito nisso!).
    Espero sinceramente que regresses rápido, se isso te fizer feliz, e tenho pena que não participes no Mãe Natureza. Estava a contar com o teu toque especial 😉 Mas nada disso importa pois estares feliz e de bem com a vida é que é o objectivo!
    Se quiseres umas dicas de alimentos para a felicidade e anti-stress já sabes 😉
    Bjinhos e parabéns pela coragem!
    Tenho a certeza que vai tudo correr bem.

    Abril 11, 2018
  • Marta Fernandes

    Reply

    Olá Raquel
    Compreendo-a perfeitamente pois o ano de 2017 foi para mim um dos piores que tive até agora. Problemas de saúde com os filhos, com o marido, não ter tido férias e ter um emprego a tempo inteiro, mais um projecto de artesanato, fez com que andasse numa bolha (como se estivesses fora do meu corpo), estilo robot e no final do ano essa bolha ter rebentado e eu não ter aguentado mais.
    Precisei fazer uma pausa para respirar, para descansar e a coisa melhorou.
    Para si vai melhorar com toda a certeza. Não deve (é muito difícil) é estar já preocupada com o tempo que vi estar “parada”, Assim não consegue chegar lá. Mas a velha máxima “um dia de cada vez” é a mais verdadeira que existe.
    Desejo-lhe as melhoras e garanto que vai conseguir. O primeiro passo é mesmo admitir que numa certa altura não conseguimos mesmo. E isso é sinal de muita coragem.
    Deixo-lhe uma frase que leio muitas vezes: “O cansaço psicológico consegue ser extremamente pior que o cansaço físico, pois não há nada que seja capaz de aliviar a tensão de uma mente turbulenta”.
    Parece um contra- senso mas ajuda no foco.
    Beijinhos e muita força
    Marta
    http://pitinhosdamarta.blogspot.pt/

    Abril 11, 2018
  • Analog girl

    Reply

    Há dois anos estava a iniciar um projecto extra trabalho que me prometia mais alegria e mais entusiasmo no dia-a-dia. Não sei exactamente se foi das demandas que projecto criou ou não, se foi do meu emprego que na altura se tornou muito saturante, só sei que desmotivei de uma forma como nunca tinha acontecido. Dei por mim a chorar cada vez que me calhava fazer algo desse projecto, dava por mim a passar dias inteiros de fones nos ouvidos a fazer apenas o básico. Levantava-me sem vontade, regressava a casa sem grande entusiasmo também. Na verdade, já não me recordo muito bem de como eram os meus dias, mas estava absolutamente desligada de tudo. Não conseguia, pura e simplesmente avançar, nada me fazia vibrar. Definitivamente tive um burn-out e agradeço ter sido previdente o suficiente para encarar o bicho de frente e atempadamente.
    Não podendo tirar um tempo do trabalho em si, dei por mim a ter de me desvincular do projecto, e reduzi tudo o que era actividade extra ao mínimo. Fiz apenas aquilo que o meu corpo pedia. Lia muito e descansava sempre que podia. Ficava em casa em vez de sair, se tivesse de ser. Fiz terapia alguns meses para apanhar o fio á meada. Aos poucos fui-me reconhecendo. E agora sinto-me feliz e equilibrada. E com vontade de perseguir coisas novas mal possa. Sinto-me forte. Portanto acredito que vais dar a volta.
    Muita força Raquel!

    Abril 13, 2018
  • Diana Sousa

    Reply

    Raquel trouxe muita vontade de seguir em frente com o projeto da marca de roupa depois de conversar contigo no workshop do fim-de-semana passado. Foi o melhor workshop que alguma vez participei por vocês e pelo grupo, pessoas inspiradoras…
    Tenho sentido muito desse cansaço que falas aqui que às vezes penso em deixar as coisas como estão. Mas prometo não desistir. Muita força. Um beijinho grande.

    Abril 13, 2018
  • Ema Magalhães

    Reply

    Só li este teu post agora, Raquel e já quase tudo foi dito.
    Envio-te muita paz e tranquilidade, e sei que quando for a altura certa, vais sentir que estás pronta para regressar. Aproveita-te muito e, se quiseres vir até onde o tempo anda devagar e o ar é mais puro, a minha casa é a tua casa. Teremos todo o gosto em te receber! Mesmo!
    Um beijinho grande e um xi apertadinho

    Abril 15, 2018

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