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Encontrar a voz do meu negócio sem me expôr demasiado

Neste maravilhoso e assustador mundo que são as redes sociais e a internet, nós temos de criar regras e limites. Não só para nos salvaguardarmos mas também para ajudar o negócio a crescer de maneira equilibrada. Toda gente acha que ter um negócio nunca foi tão fácil, chegar a pessoas sem sair de casa e sem gastar dinheiro é possível e basta terem uma ideia boa e original. Tudo isto é verdade, mas todos temos acesso a tanta informação e os negócios são tantos que a pergunta que fica é: o que é que me distingue de todos os outros? A resposta é mais simples do que pode parecer, é a VOSSA VOZ.  

Se nos anos 70 o que nos levava a escolher um produto, ao invés de outro, era a publicidade que era feita, agora, no meio das imagens, anúncios e pessoas a que nos querem vender tudo, o que nos leva a escolher uma marca é a relação emocional que criamos com a marca. Em negócios pequenos, a relação que criamos com as pessoas por de trás do projecto são o factor decisivo. Num mundo onde os bloggers e influencers têm mais poder influência que um jornal, é essencial que a comunicação com os nossos clientes seja mono-direccional. Os nossos negócios vivem em redes SOCIAIS e é isso mesmo que nós temos de ser, sociais. Temos de ter uma voz, temos de ser activos, falar muito e ouvir mais. Não é suficiente dizer “comprem, comprem, comprem”, temos de ir mais longe e passarmos a vender não só um produto mas também os nossos valores. Isto quer dizer que temos de nos expor um pouco, temos de dar a cara e passar a ser uma pessoa com um negócio e não um negócio que tem pessoas.

Agora vocês dizem: “Fred, isso é muito bonito no papel mas como é que se aplica na prática?”. O primeiro passo é serem honestos. Comecem por escrever os brand goals do vosso negócio e definam o vosso público alvo (vejam como aqui). Com tudo isto bem organizado, definam a seguir quais os vossos limites pessoais. Já sabemos que terá de haver exposição, que terão de dar a cara e um pouco da vossa voz ao negócio. Por isso, definam quanto de vocês querem dar, imponham limites e criem uma persona. Eu costumo dizer que, no mundo online, sou várias pessoas. Da mesma maneira que, na vida real, o Fred que está numa reunião não é o mesmo Fred que está num piquenique com amigos, também no mundo online o Fred do instagram não é o mesmo Fred que está aqui a escrever-vos. Nenhum deles é falso, todos eles fazem parte de mim mas eu decido que parte quero expor. Posso dizer-vos que fui de férias mas não digo com quem, percebem a diferença? 🙂

Definir esta persona e afinar esta voz é o que vai fazer com que o vosso negócio surja na cabeça de alguém quando este precisar do serviço que vocês oferecem. A relação emocional é tão forte, que vocês passam a ser o amigo que consegue ajudar. Para mim, este é a parte mais bonita do mundo dos pequenos negócios online. Eu quando compro um prato feito por um pequeno artista, não só estou a comprar um prato bonito, como estou a comprar o lifestyle da pessoa que o faz, estou a ajudar este artista com quem tenho uma relação emocional e trago um bocado daquela pessoa que me inspira comigo. Estou a comprar os valores e ideais num só prato!

Em todas as minhas personas e todas as minhas vozes, a mais completa é a do podcast “O Fred e a Inês falam de coisas”, talvez por ser uma conversa entre amigos, onde a opinião pessoal é a que mais importa. E ainda assim é só uma parte do meu todo. Deixo-vos um episódio onde falamos sobre redes sociais e oversharing (que acho que vos vai interessar). Encontrar o limite de partilha que nos deixa confortáveis não é fácil, porque esta linha está em constante movimento mas é essencial para toda gente, mesmo para quem não um negócio.

Agora é a vossa vez de me falarem sobre estas coisas. Dos pequenos negócios que acompanham e são fãs, o que vos faz ficar por lá? É apenas o produto ou as pessoas e os valores que o fazem? Vocês partilham uma faceta mais pessoal nos vossos projectos? Como definem os limites da privacidade? Contem-me tudo!

Tenham um bom dia <3 

Written by:

Designer, photographer, musician and dog lover.

Comments

  • Alda

    Reply

    Tenho um blog sobre fotografia de arquitectura e uma conta de instagram a crescer aos pouquinhos. Sinto que o que me falta é esse lado mais pessoal. Raramente ponho fotografias da minha pessoa, e quando ponho, até podem ter menos likes,mas normalmente têm mais comentários. Acho que conhecer a pessoa por trás do trabalho encoraja mais os outros a se relacionarem e a comunicarem contigo. O próximo passo será sem dúvida entrar em colaborações e mostrar mais a pessoa por trás da câmara 🙂

    Junho 1, 2018

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