Sempre gostei de aniversários, gosto da ideia de juntar os amigos e a família e celebrar a vida. Não o fazemos tantas vezes quanto devíamos e os aniversários são quase um lembrete. São também uma boa altura para fazer balanços e fazer perguntas tão importantes como: Sou feliz? Faço tudo o que posso para deixar as pessoas à minha volta felizes? Tenho orgulho do meu percurso de vida e da pessoa que sou? Deixem-me dizer-vos que, apesar dos problemas que a vida nos traz, a resposta é sim. Preciso de me lembrar mais vezes de que sou feliz e por isso vos escrevo aqui.

Este ano fiz 29 anos, o último ano antes dos 30. O meu aniversário aconteceu a uma quarta-feira e, por isso, as festividades a sério ficaram para o fim-de-semana. Ainda assim, tirei o dia de folga, dormi até tarde, dei mimos no namorado, no cão e nos gatos. Fomos tomar o pequeno-almoço à rua, passeámos pela cidade, comprei chávenas novas, encontrei-me com amigos, recebi um presente muito bonito (noutro post venho-vos falar dele), ri-me muito, comi bolo e tive um dia muito feliz.

No fim-de-semana organizei um piquenique com alguns amigos. Não estava com cabeça para o típico jantar e saída à noite, onde tudo parece impessoal e não consigo passar tempo de qualidade com toda gente (talvez sejam os quase 30). Fomos então em direcção ao Parque da Cidade. O sol estava quente, a relva confortável, e a boa disposição reinava! Fizemos cocktails, havia muitos petiscos em cima da mesa e um bolo que era qualquer coisa de espetacular. Este bolo foi um presente de uma querida cliente, a Sandra da Butterfly. Não só era muito bonito por fora como era um dos melhores bolos que já comi. Ela escolheu os meus sabores favoritos e criou um equilíbrio perfeito entre eles. Muito, muito obrigado, querida Sandra! No próximo post, conto-vos tudo sobre os bolos maravilhosos da Sandra 🙂

Foi uma tarde muito bonita e muito feliz, que me leva a perguntar porque é que não fazemos isto mais vezes!

No meio destes dois dias incríveis, como é que poderia achar outra coisa se não que sou feliz? Sou um felizardo, rodeado de pessoas bonitas e amor. Não tenho uma vida perfeita, estou longe de estar onde quero estar ou de me sentir realizado, mas nada disto me impede de ser feliz agora. Li algures (confesso-vos que tentei encontrar mas não consegui) alguém a dizer que o único arrependimento que tinha era não ter escolhido ser feliz quando podia. Esta ideia de que, muitas vezes, optamos por não ser felizes ficou comigo e alterou algumas coisas na minha vida. Tento perguntar-me várias vezes ao dia se o que me está a deixar triste, irritado ou até mesmo frustrado é importante ao ponto de decidir deixar a felicidade de lado. A resposta, na maioria das vezes, é não.

Estes quase 30, ensinaram-me a ser grato e a optar por ser feliz. Por isso, muito obrigado ao namorado, aos amigos, à família e a vocês todos, por fazerem parte dos meus dias e por me fazerem sentir amado.

Tenham uma semana linda 🙂

3 respostas

  1. * Oh Fred…o que escreves é fantástico! Uma lufada de ar fresco nos dias de hoje. Um grande beijinho de parabéns. Acredita, confia, respira fundo e vai em frente. Que estes “quase 30” te tragam o melhor e que sejas muito feliz SEMPRE! =)

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